Domingo, 8 de Novembro de 2009


Hoje é um dia diferente, é um dia especial. É especial porque o professor ex-cag..., agora conhecido pelo Professor Gavião*, voltou a correr, muito embora só tenha feito vinte minutos., pois o menino foi operado ao joelho e à cabeça e não pode estragar o que fez, Estava cansado, dorido mas contente, pois já sentia falta do ambiente que nós vivemos na Mata da Machada.
Também é especial porque o Pedro Esteves e Januário, foram ao Porto espalhar o ranho desta caracolada, o Pedro na Maratona e Januário na meia maratona, um abraço para eles e que a prova decorra da melhor maneira.
* Gavião era um animal muito famoso, o qual durante as largadas da Moita fazia avenida acima avenida a baixo.

5 comentários:

  1. Poesia dedicada ao meu amigo caracol "chefe"

    No canto de um venal salão de dança
    Ao som de uma rebeca desgrudada
    Olhos em alvo, a porra arrebitada
    Vaz, o folgazão.

    Veterana se faz a mão bisonha
    Tanto a tempo meneia, e sua o bicho
    Que a tesão vence a vergonha

    Quis vir-se por luxúria,ou pro capricho
    Mas, em vez de acudir-lhe a alva
    langonha.
    Rebenta-lhe do cu merdoso esguicho.

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  2. Poesia dedicada agora ao meu amigo Zé Pedro "Velho"

    Tu,oh demente velho descarado,
    Escãndalo do sexo masculino
    Que por alta justiça do Destino
    Tens o impotente membro decepado:

    Não lamentes,Velho o teu estado,
    Corno tem sido muita gente boa
    Corníssimos fidalgos tem Lisboa,
    Milhões de vezes cornos têm reinado.

    O Rei foi corno, e corno de um soldado
    O Imperador por corno perdeu a coroa
    Tu com toda a Tua proa (leia-se haste)
    No que contas passas por honrado

    Um ex-ministro foi cabrão famoso
    E entre mil cornos continua vaidoso.

    Tudo no mundo é sujeito à greta.
    Não fiques mais "Velho ", duvidoso
    Que isto de ser corno é tudo treta.

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  3. E agora poesia dedicada ao meu grande amigo,Tavares.

    Estava Tavares a descançar
    No meio dos seus dois colchões
    Quando uma moçoila ao passar
    Deita a mão aos seus...melões.

    De pé! Ao seu lugar !
    Vamos à procura de luta
    Não se pode assim deixar
    Quem apalpa tão bem a fruta.

    E se a atevida era esbelta
    Tinha um corpo de atleta
    E um papo que nem um nabo.

    E eis já todo aprumado
    Grita o dono transtornado
    Pára Tavares QUE É RABO.

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  4. Para o meu amigo?.. Costa

    tu oh Prof., depravado
    Não lamentes o teu destino,
    Como muitos no teu estado
    vives na chulice do ..ensino.

    Agradeço a poesia
    que amim dedicás-te,
    assim, te dou a primazia
    De me ferires com as tuas hastes.

    Nada mais tenho a falar
    Sobre ti meu Gavião,
    Só me resta elogiar
    O saberes ser um bom cabrão.

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  5. Boa, mais um chulo deitado ao rio.
    Aprende professor pois este poeta não foi buscar inspiração á poesia de outros, mas sim ao vinho.

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